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O banco vai possibilitar que as
universidades façam a reposição automática de educadores
aposentados ou mortos. Antes, quando um professor se
afastava da universidade por qualquer motivo, as
universidades tinham que aguardar a autorização especifica
do Ministério da Educação e do Ministério do Planejamento
para realizar os concursos. Com o banco, a universidade tem
o número de professores registrado junto ao governo e pode
automaticamente realizar concursos para a reposição de
docentes, sem a autorização dos ministérios.
Reitores
Para o presidente do Conselho de Reitores das Universidades
Brasileiras e reitor da Universidade do Estado do Rio de
Janeiro, Nival Nunes de Almeida, o banco
professor-equivalente foi um ganho muito grande para as
universidades federais. Segundo ele, o novos sistema dá mais
autonomia para as universidades gerenciarem os recurso com
pessoal.
De acordo com o presidente da Andifes (Associação Nacional
dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino
Superior), Paulo Speller, o banco já era uma reivindicação
da associação. "Há muitos anos solicitamos a autonomia das
universidades e isso significa um avanço importante", disse
Speller à Agência Brasil.
Segundo ele, a partir da efetivação do projeto de lei que
cria novas vagas para professores, os concursos serão
abertos nas universidades. A expectativa da Andifes é que
sejam abertas 2.000 novas vagas para docentes devido a
expansão e criação de novas instituições.
Com informações da Agência Brasil |